sexta-feira, 16 de março de 2018

Relatos de Experiências: a Educação Socioambiental no contexto escolar

Iniciando nosso calendário SAEC 2018, no próximo dia 23 de março de 2018, 13h:30min, na sala 3114 do Pavilhão Jorge Amado, será realizada a palestra: 

Relatos de Experiências: a Educação Socioambiental no contexto escolar

Ministrada pelo Coordenador do Museu Maramata em Ilhéus: Miguel G. Archanjo Jr. 

Resumo: 

Uma das principais preocupações da sociedade moderna é a problemática ambiental, que vem desencadeando uma série de iniciativas no sentido de reverter a situação atual de degradação à natureza e de consequências nocivas à vida na terra. Uma dessas iniciativas é a implantação de ações pedagógicas que forneçam suporte aos docentes para atuar na formação do sujeito comprometido com a valorização da sociedade em que está inserido. Nessa perspectiva, a palestra irá relatar algumas experiências vivenciadas no Instituto Maramata, Ilhéus com o objetivo de fomentar a educação socioambiental, a partir de uma análise prático-teórica.

Alunos da "Fé e Alegria" em evento proposto pelo museu MARAMATA

O palestrante relatará algumas experiências, que realizou, seguindo a perspectiva Freireana no desenvolvimento de alguns projetos voltados para o ensino de Ciências, como o Projeto PAPAPILHAS que trata da temática (reciclagens de pilhas e bateria usadas) em parceria com o UESC. Esse projeto Papa-Pilhas teve uma aceitação significante na comunidade educacional e social, por se tratar de uma temática pouco discutida em nossa sociedade, culminando em forma de um livro, sob o título “Reciclagem de Pilhas: gestão e educação Ambiental escolar em Ilhéus", que está em processo de publicação pela editora da UESC (Editus), com a proposta de promover o conhecimento racional e crítico dos educandos/comunidade no que desrespeito ao descarte irregular de resíduos eletrônicos, principalmente as pilhas e baterias.

Além desta experiência, o palestrante também contará o desenvolvimento de outras, como o Projeto Vilela Eco’arte (reutilização de pneus usados - transformando tais resíduos sólidos em Puff’s ecológicos e objetos de decoração) e o “Eco Praça”, pela Fundação MARAMATA, em escolas e comunidades do município de Ilhéus-BA, que tem por objetivo revitalizar áreas públicas degradadas ou subutilizadas e transformá-las em lugares de convívio social e áreas recreativas para comunidade local tendo como principal matéria prima os pneus usados e descartados.

A discussão ainda refletirá sobre a inserção de projetos ambientais em relação a resultados significativos na construção e promoção do conhecimento racional e critico dos educandos/comunidade quanto às questões socioambientais que permeiam nossa sociedade.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O que tem no céu do Observatório Astronômico da UESC?



 Com um seminário interativo num local dinâmico foi apresentado pelo professor Jules Batista o observatorios Anstronômico da UESC.

 Dia: 07/10/16 - sexta-feira, às 14h
Local: Observatório Astronômico – 3o Andar do Pavilhão de Ciências Exatas e Tecnológicas
Palestrante: Jules Batista Soares (DCET/UESC)
 Resumo:
O Observatório Astronômico da UESC, inaugurado em abril de 2013, é um espaço voltado principalmente a ações de extensão universitária, contudo também serve como apoio a atividades de ensino e pesquisa. Atualmente nossa equipe é formada por astrônomos, artistas populares e graduandos em ciências exatas e humanas. Uma visita a um observatório astronômico normalmente tem ênfase na tecnologia dos telescópios, nas imagens maravilhosas de objetos celestes e nas explicações seguras de um especialista em astronomia.

 No Observatório Astronômico da UESC temos experimentado atividades que se distanciam desta ênfase, como o Sarau das Copas em que os visitantes são convidados a contemplarem as estrelas a olho nu, enquanto ouvem poemas e canções especialmente criadas ou adaptadas para o momento. Ao longo de dois anos, temos coletado expressões de visitantes que nos impressionam. Desenhos, textos e poemas, de centenas de pessoas, indicam uma sensibilidade do público surpreendente em um espaço de divulgação científica.

Curriculum lattes: Clique aqui

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Contribuições das obras de Frederic Edward Clements para o Ensino de Ecologia

No dia 14/10/16 foi realizada a palestra SAEC - Contribuições das obras de Frederic Edward Clements para o Ensino de Ecologia, com a professora  Patricia da Silva Nunes (IFSP - Presidente Epitácio). Segue abaixo o resumo da palestra:



Frederic Edward Clements (1874-1945) foi um botânico e ecólogo norte-americano. Sua produção acadêmica concentrou-se na área de Ecologia Dinâmica, abarcando trabalhos sobre conceitos ecológicos, metodologias para pesquisas de campo, bem como, manuais didáticos para alunos universitários. Recebeu reconhecimento perante a comunidade científica, sobretudo após a publicação do livro Plant Succession: an analysis of the development of vegetation, em 1916. O cerne dessa obra versa sobre a discussão da metáfora das entidades orgânicas como superorganismos. Suas pesquisas contribuíram para a institucionalização da Ecologia enquanto ciência no século XX. Tendo em vista a relevância desse pesquisador para a estruturação do arcabouço teórico dessa ciência, nesta palestra iremos discutir alguns aspectos de sua vida, seu percurso acadêmico, além do alcance de suas pesquisas no ensino de Ecologia atual. Essas discussões serão norteadas pelo referencial da História e Filosofia da Biologia.

Link para o currículo Lattes da Professora: http://lattes.cnpq.br/0130985964640793

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A motivação pela docência: narrativas autobiográficas de professores de biologia em formação inicial.


No dia 23/09/16 foi realizado na sala 3114, o seminário com a aluna Camile Barbosa Moares (PPGEC/UESC), com o título: A motivação pela docência: narrativas autobiográficas de professores de biologia em formação inicial.
A aluna apresentou o andamento de sua pesquisa, após a realização de exame de qualificação. Este seminário representa a integração dos alunos do PPGEC com o SAEC.

 Resumo:
No contexto educacional, a motivação destaca-se com uma das temáticas que tem sido amplamente investigada por pesquisadores, no âmbito nacional e internacional. A presente pesquisa pretendeu investigar o perfil motivacional de estudantes de um curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, de uma universidade estadual baiana, pela docência na educação básica. Nesse sentido, buscamos evidenciar o papel da formação inicial nesse processo e a importância das histórias de vida na identificação dos aspectos motivacionais destes futuros professores. Para tanto, adotamos como referencial teórico os pressupostos da Teoria da Autodeterminação, proposta por Deci e Ryan (1985).

  Os instrumentos de obtenção de informação foram: entrevista narrativa autobiográfica individual, questionário e entrevista por grupo focal. O instrumento de análise das informações fundamentou-se no Método de Análise Interpretativa. A partir dos resultados obtidos e analisados, até o momento, verificamos que a motivação dos licenciandos pela escolha e permanência na carreira docente ocorre por fatores distintos, dentre os quais se destacam a influência de familiares e professores da educação básica e superior. Além disso, constatamos que as experiências formativas ao longo da graduação, tais como a participação como bolsista de iniciação à docência do PIBID, bolsista do Caminhão com Ciência ou monitor do Programa Universidade Para Todos, têm influenciado, de forma significativa, a permanência dos licenciandos no curso.

No que tange às expectativas profissionais pela docência, percebemos que todos os licenciandos pretendem ingressar em Mestrados Acadêmicos e, apesar de frequentarem um curso de Licenciatura, boa parte não pretende atuar como professor de Biologia na Educação Básica. Assim, esperamos que os resultados deste estudo possam subsidiar discussões futuras a respeito das trajetórias de vida (pessoal e profissional) de professores em formação inicial e sobre a relação destas com a motivação pela docência.


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Ensino de Física com Dispositivos Mecatrônicos: Potencializando ações Investigativas para a promoção da Alfabetização Científica

 No dia 16/09/16, no Auditório do Pavilhão Max de Menezes, o prof. Msc. Alberto de Castro Baptista (Acesso ao Currículo Lattes, aqui), do Colégio Modelo Luís Carlos Magalhães -  Ilhéus e ex=aluno do PPGEC apresentou o trabalho realizado durante seu mestrado, integrando as ações do SAEC e PPGEC. O professor é atuante na Educação básica e trouxe suas experiências como pesquisador e docente.
 Resumo:
Observa-se que muitos alunos do Ensino Médio têm dificuldade de relacionar os conteúdos de Física a situações cotidianas e também de perceber a sua importância para resolver problemas reais. Neste sentido, há esforços em superar as concepções de um ensino de Física voltado para o acúmulo de informações e descontextualizado.
 Nesta perspectiva, o presente estudo apresenta considerações sobre intervenções pedagógicas com alunos do primeiro ano do Ensino Médio/Técnico. Nas intervenções, foram utilizados protótipos mecatrônicos para realizar práticas experimentais investigativas, destacando um problema social: os acidentes no trânsito. Diante da situação problema apresentada, os alunos reunidos em equipe, participaram de ações investigativas como: coleta de informações, discussão de soluções, elaboração e teste de hipóteses, produção textual e apreensão de conhecimentos científicos.
 Nesse contexto, são consideradas as bases teóricas fundamentais para tratar de atividades experimentais que sustentam um Ensino de Física que visa a Alfabetização Científica, como os Eixos Estruturantes da Alfabetização Científica e as etapas para atividades experimentais investigativas.
 Para tratar os dados proeminentes da execução das atividades como vídeos, imagens, diários de bordo e relatórios, consideramos imprescindível um olhar através de indicadores da Alfabetização Científica, pois é por meio deles que é possível identificar habilidades inerentes ao processo de Alfabetização Científica.



  Espera-se que os resultados deste trabalho proporcionem reflexões críticas sobre práticas metodológicas pautadas na utilização da mecatrônica, ressaltando a importância de um Ensino de Ciências contextualizado, que dê significado aos seus conteúdos, que estimule e desenvolva o espírito científico do discente e do docente.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

O ensino de ciências e as tecnologias digitais: competências para a mediação pedagógica.

 No dia 09/09/16 -foi realizada no Auditório do Pav. Max de Menezes, palestra com o professor  André Corrêa (DCB/UESC)

A palestra envolveu o trabalho com tecnologias digitais realizadas pelo professor. Acesse aqui o currículo Lattes do mesmo e leia abaixo o resumo da palestra: 
 Não há como negar, na sociedade atual, a influência das tecnologias da informação e comunicação (TIC) e do uso da internet para as mais diversas atividades do cotidiano, bem como para a aquisição de informações. Entretanto, considerando as transformações geracionais, pode-se dizer que há dez anos vem ocorrendo, de maneira lenta e gradativa, a inserção da informática no contexto escolar.
 Esta perspectiva implica na reflexão de que podem estar contados os dias em que os professores entrarão em sala de aula e que suas principais fontes de transmissão serão suas palavras e o quadro negro, diante de uma turma concentrada e em silêncio. Sendo assim, decidiu-se investigar quais competências de mediação pedagógica esses futuros professores de ciências e biologia precisam desenvolver, de modo a integrar as TIC em suas práticas educativas de maneira eficiente, a fim de não subutilizar os recursos tecnológicos.
 E nesta abordagem de ensino de ciências auxiliado por recursos tecnológicos, acredita-se que o modelo de mediação pedagógica para o uso das tecnologias digitais seja o mais indicado para o processo eficiente de construção do conhecimento, por alterar o centro do processo de aprendizagem, anteriormente focado no professor, para um modelo que visa proporcionar ao aluno sua própria construção do conhecimento



  

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Artefatos Culturais e Ciência na Primeira Infância.


 No dia 29 de julho de 2016, o professor Dr. Luis Paulo de Carvalho Piassi da EACH USP, apresentou seu Projeto JOANINHA, sobre artefatos Culturais e Ciência na Primeira Infância. 
 O docente abordou  alguns fundamentos teóricos e dimensões práticas da Educação e Comunicação da Ciência para a Primeira Infância (0 a 6 anos), a partir da incorporação de recursos artísticos e midiáticos voltados a esse público, tais como livros e filmes infantis, brinquedos, jogos, etc. 
 Dando destaque para o aspecto sociocultural da ciência e sua conexão com temas sociais como relações de gênero, direitos animais, ética, entre outros.
 Dando destaque para o aspecto sociocultural da ciência e sua conexão com temas sociais como relações de gênero, direitos animais, ética, entre outros.
Ainda apresentou  alguns resultados práticos encaminhados pela iniciativa JOANINHA, vinculada ao projeto BANCA DA CIÊNCIA.

Clique aqui para ver o currículo Lattes do docente.