segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Como diferentes linhas dialogam entre si: Uma discussão acerca dos Trabalhos de Conclusão de Curso

Fotos do seminário "Como diferentes linhas dialogam entre si: Uma discussão acerca dos Trabalhos de Conclusão de Curso" ocorrido no dia 23 de novembro de 2018 na sala 3114 do Pavilhão Jorge Amado da UESC:





terça-feira, 20 de novembro de 2018

Como diferentes linhas dialogam entre si: Uma discussão acerca dos Trabalhos de Conclusão de Curso

No próximo dia 23 de novembro, 14h, na sala 3114 do Pavilhão Jorge Amado, será apresentado o Seminário: 

Como diferentes linhas dialogam entre si: Uma discussão acerca dos Trabalhos de Conclusão de Curso
Pelas mestrandas Letícia Barbosa (mediadora), Aline Oliveira, Larrauana Montanha e Elisângela Nascimento.

Participe! 


Resumo:
Na roda de conversa as autoras, de forma dinâmica, irão contar com a participação do público durante as discussões, de modo que a ideia é propiciar um ambiente dialógico que favoreça um processo de construção de novos saberes, e compartilhamento de experiências. Serão apresentados os Trabalhos de Conclusão de Curso das mestrandas que dialogam desde a formação de professores, Ensino Médio, até a Educação do Campo, em que teremos por finalidade possibilitar um intercâmbio entre os TCCs e os respectivos trabalhos de pesquisa que estão em construção. Aproveitaremos para refletir o atual cenário em que se insere o Ensino de Ciências, a fim de verificar nuances internas associadas à formação de professores, à educação do campo e ao Ensino Médio.




segunda-feira, 12 de novembro de 2018

"Analogias: Função Educativa e Lúdica" e "Arte e Educação em Ciências: Questões Teóricas e Pedagógicas"

No dia 09 de novembro de 2018 aconteceram na sala 3114 do Pavilhão Jorge Amado da UESC a oficina "Analogias: Função Educativa e Lúdicano período da manhã e a palestra "Arte e Educação em Ciências: Questões Teóricas e Pedagógicasà tarde com o professor Wilmo Ernesto Francisco Junior (UFAL). Na oficina foi explorado fundamentos teóricos das analogias e das atividades lúdicas na educação em ciências a partir de situações práticas. Foram abordados limites e possibilidades, potencialidades pedagógicas, análise e construção de situações didáticas. Já na palestra à tarde foi  abordada a relação entre arte e ciência como uma possibilidade de desenvolvimento social dos indivíduos sob uma perspectiva crítica. Para isso, foi discutido o papel e função da arte na dimensão psicológica e social, concatenando elementos da prática pedagógica e do papel da educação em ciências. 

Pequena biografia: Wilmo Ernesto Francisco Junior é Bacharel / Licenciado Em Química e Mestre em Biotecnologia pelo Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Campus de Araraquara. É Mestre em Educação, área de Metodologia de Ensino, pela Universidade Federal de São Carlos e doutor em Química (tese em educação química) pelo IQ-UNESP. De 2008 a 2012 foi professor do Departamento de Química da Universidade Federal de Rondônia - UNIR, onde atuou como coordenador de área e coordenador institucional do PIBID. Atualmente é professor da Universidade Federal de Alagoas, no curso de Licenciatura em Química do Campus Arapiraca e no Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática, atuando desde janeiro de 2017 como Tutor do PET Química. Exerceu a função de coordenador institucional do PIBID/UFAL de maio/2013 a julho/2016. Sua principal área de investigação está direcionada à Educação em Ciências (Química), atuando principalmente na formação de professores e no desenvolvimento e avaliação de propostas didáticas com foco nos seguintes temas: experimentação, recursos tecnológicos, analogias, leitura e escrita. Também tem experiência na área de Microbiologia Aplicada, atuando principalmente em biolixiviação de minerais. Também tem interesse em estudos que busquem compreender a transposição, para a vida diária, de aspectos psicológicos e emotivos envolvidos com a prática de artes marciais.

Oficina (manhã)






Palestra (tarde)

                                                                              





segunda-feira, 29 de outubro de 2018

A FMC e o Livro didático: mecanismo de escolha do docente

No dia 26 de outubro de 2018 aconteceu em parceria com a Semana de Física no auditório Jorge Amado da UESC o seminário "A FMC e o Livro didático: mecanismo de escolha do docente" com a professora Diana Patrícia Gomes de Almeida da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

Resumo do seminário: 


Partindo da análise dos principais documentos normativos da Educação (CF/88, LDB/96) e do Ensino de Física (PCNEM, PCN+ e BNCC), percebemos o quanto se faz necessária a compreensão dos fundamentos científicos-tecnológicos para o exercício da cidadania. Além dessa análise, pesquisadores da área de ensino de Física discutem, desde 1990, sobre a efetiva implementação da Física Moderna e Contemporânea (FMC) na cultura escolar, objetivando que o educando, ao final do ensino médio, possa dominar justamente os princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna; discutem também sobre a necessidade de uma atualização curricular e de produção de materiais didáticos (TERRAZZAN, 1992; OSTERMANN; MOREIRA, 2000; SIQUEIRA, 2006; SILVA; ALMEIDA, 2011). Nesse panorama, o Livro Didático (LD), recurso material e pedagógico, apresenta-se como eficaz instrumento de trabalho para a atividade docente e para a aprendizagem dos alunos (MATTOS, 2016). Ainda vem sendo considerado como um dos instrumentos de maior influência na educação escolar (NICIOLI JUNIOR; MATTOS, 2006) e, dentro desse ambiente, muitas vezes é o único material instrucional disponível que o aluno possui, tornando-se um elemento constitutivo de um conjunto multimídia (CHOPPIN, 2004). Procurando situar o papel do livro didático como instrumento importante na formação cidadã, reconhecendo que, para tal formação, não se pode abrir mão de temas e conteúdos, como por exemplo, da Física Moderna e Contemporânea (FMC) na educação básica, apresentarei algumas reflexões sobre o mecanismo de escolha dos livros didáticos, no âmbito do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), e a sua importância na prática pedagógica do professor de Física. 





PESQUISA-AÇÃO – POLÍTICO-SOCIAL em THIOLLENT

No dia 19 de outubro de 2018 aconteceu na sala 3114 do Pavilhão Jorge Amado da UESC o seminário "PESQUISA-AÇÃO – POLÍTICO-SOCIAL em THIOLLENT" com a professora Dra. Emília Peixoto Vieira (DCIE - UESC)Na palestra foram discutidas as seguintes questões: O que é conhecimento? Conhecimento Científico? Que pesquisa vou produzir e para quê? Que tipo de conhecimento você deseja produzir? Com que pessoas você deseja dialogar? Em que medida o conhecimento acadêmico e/ou científico contribui para a transformação social? Como aliar conhecimento e ação, teoria e prática? Pesquisa-ação político-social como possibilidade de transformações de realidades. Essas questões orientam e sustentam a Pesquisa-ação na sua busca pela transformação da realidade investigada e a produção do conhecimento.

Pequena biografia: Emília Peixoto Vieira é pedagoga pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Mestre em Educação pela Universidade São Paulo – USP (Faculdade de Educação). Doutora em Educação – Unicamp (Faculdade de Educação). Estágio doutoral na França – Universidade de Amiens. Professora Adjunta da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Coordenadora do Grupo de Pesquisa CNPq Políticas Públicas e Gestão Educacional (PPeGE). Coordenadora do Projeto Extensão Fortalecimento e Articulação da Educação Infantil (FAEI). Coordenadora do PIBID UESC – Pedagogia. Diretora da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (ANPAE) – Seção Bahia. Coordenadora do Programa Mestrado Profissional em Educação/PPGE – UESC. 











quarta-feira, 3 de outubro de 2018

"Métodos Narrativos e o Estudo de Políticas Curriculares" e "Políticas do Livro Didático e o Ensino de Química: Experiências no Âmbito do Ministério da Educação"

No dia 28 de setembro de 2018 aconteceram na sala 3114 do Pavilhão Jorge Amado da UESC a oficina "Métodos Narrativos e o estudo de Políticas Curriculares" no período da manhã e a palestra "Políticas do livro didático e o ensino de química: experiências no âmbito do Ministério da Educação" à tarde com a professora Maria Inês Petrucci Rosa (UNICAMP). Na oficina foi pretendido abordar pesquisas que utilizam métodos narrativos para compreender efeitos das políticas curriculares instituídas em diferentes contextos. Foram focalizadas, prioritariamente, práticas curriculares no ensino de química na relação com a docência seja ela exercida por professores experientes, seja por iniciantes. Pretendeu-se também discutir desdobramentos das políticas curriculares que pretendem integrar a disciplina escolar química com outras, sob a égide de conceitos de interdisciplinaridade. Narrativas docentes foram recuperadas e consideradas no contexto das práticas curriculares envolvidas. Já na palestra à tarde foi abordada as principais dimensões  das políticas do livro didático em âmbito federal, focalizando as experiências ocorridas durante o governo trabalhista (2005-2016). Foram tratadas características dos processos de avaliação das obras didáticas, tendo como referência os efeitos no ensino de química.   

Pequena biografia: Maria Inês Petrucci Rosa, graduada em Química (bacharelado e licenciatura), é livre docente na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e atua no Programa de Pós-Graduação em Educação. Coordena o Grupo de Estudos Práticas Curriculares e Narrativas Docentes. Sua pesquisa está focada principalmente nas discussões voltadas para formação docente, currículo, narrativas, disciplinas escolares e cotidiano escolar.






Os impactos na Educação do Fortalecimento do Discurso Reacionário

No dia 21 de setembro de 2018 aconteceu no auditório de Direito da UESC o seminário "Os impactos na educação do fortalecimento do discurso reacionário" com o professor Fernando Penna da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro. Na palestra foi analisado os impactos do fortalecimento do discurso reacionário no campo da educação. Para tanto, discutiu-se uma definição do discurso reacionário e os principais significantes mobilizados por ele. O argumento central é que, independente da aprovação de projetos de lei, o discurso reacionário e as práticas a ele vinculadas já estão acarretando graves consequências no campo educacional, como a perseguição de professores e a sua autocensura por medo.

Pequena biografia: Fernando Penna trabalha como Professor na Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF) e atua no Programa de Pós-Graduação em História Social da FFP UERJ. É coordenador do Movimento Educação Democrática. Sua pesquisa está focada principalmente nas discussões voltadas para educação democrática, ensino de História e "escola sem partido".